26 de dez de 2010

Feliz Natal Atrasado e Feliz Ano Novo adiantado!

Eu sei que estive ausente do blog por quase dois meses inteiros e sem dar um sinal de vida, mas aqui vão minhas desculpas pelo tempo que fiquei sem atualizar as coisas e sem colocar informações interessantes para vocês que acessam toda semana.

Então, vim aqui desejar Feliz Natal beeeeem atrasado, mas a tempo de desejar a todos vocês um ótimo Ano Novo, e que esse ano seja próspero, cheio de realizações e trabalhos, além de alegria, saúde, paz e principalmente amor!!!
E vim também dizer que durante o ano que vem as atualizações serão a cada semana, rigorosamente, até para garantir que vocês não percam a viagem ao passar pelo blog e ver que não há nada de novo por aqui!

E para vocês, apesar da má qualidade, coloquei as fotos das luzes de Natal! Elas alegram as noites no mês de Dezembro e eu me sinto tão feliz quando vejo todas essas decorações, que gostaria de dividir essa felicidade com vocês!

Feliz Tudo de Bom para vocês!!! :)

8 de nov de 2010

Exposição "Biodiversidade"

Em comemoração ao Ano Internacional da Biodiversidade, o Jardim Botânico de São Paulo em parceria com o Parque Villa-Lobos, apresenta de 22 de outubro de 2010 a 02 de janeiro de 2011, a exposição "Biodiversidade – olhando a vida com outros olhos - olhando a biodiversidade pelos olhos da arte".
O objetivo principal do Ano Internacional da Biodiversidade, criado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO, é dar maior visibilidade ao problema da destruição da natureza e ao mesmo tempo valorizar ações em defesa da vida em nosso planeta.

Exposição “Biodiversidade – olhando a vida com outros olhos”

Sob a curadoria do Núcleo de Educação do Instituto de Botânica, órgão pertencente a Secretaria Estadual do Meio Ambiente – SMA, a mostra expõe 14 painéis, com 54 fotos que apresentam alguns representantes do imenso universo da flora e fauna da Mata Atlântica, enfocando as que ocorrem no PEFI - Parque  Estadual das Fontes do Ipiranga, onde está o Jardim Botânico de São Paulo.

O PEFI e a biodiversidade

O Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, é uma Unidade de Conservação que abriga um dos mais expressivos remanescentes de Mata Atlântica, inserido em área urbana do país.

Este remanescente abriga uma flora de grande importância científica, ornamental e econômica, muitas espécies endêmicas e em risco de extinção, cerca de 70 espécies de liquens, 1.000 espécies de algas microscópicas de água doce, mais de 400 espécies de fungos, 130 espécies de pteridófitas, cerca de 1.200 espécies de fanerógamas, totalizando quase 3.000 espécies de seres vivos, além de uma fauna relativamente rica.

Local da Exposição:
“Biodiversidade – olhando a vida com outros olhos”
Parque Villa-Lobos
Próximo ao EspaçoVida
Av. Professor Fonseca Rodrigues, 2001
Alto de Pinheiros
de segunda a domingo
das 6:00hs as 19:00 hs ( horário de verão)
www.ambiente.sp.gov.br/parquevillalobos

Para conhecer:
Jardim Botânico de São Paulo
Av.Miguel Estéfano 3031 – São Paulo
de terça a domingo, das 9:00 as 18:00 hs (horário de verão)
www.ibot.sp.gov.br

6 de nov de 2010

Tombadas 7 Obras do Arquiteto Rino Levi

O conjunto do Cine Ipiranga e Hotel Excelsior - na Avenida Ipiranga, no centro de São Paulo -, o Edifício Garagem América - na Rua Riachuelo, também na região central -, a sede do antigo Banco Sul Americano do Brasil – hoje Itaú -, na Avenida Paulista, a residência Castor Delgado Perez - na Avenida 9 de Julho -, a antiga sede do Instituto de Filosofia, Ciência e Letras Sedes Sapientiae, na Consolação, além do Paço Municipal, em Santo André, e a residência Olívio Gomes, na Fazenda Santana do Rio Abaixo, em São José dos Campos, são as sete obras do arq Rino Levi tombadas pelo Condephaat - Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico do Estado de São Paulo, depois de 15 anos de análise técnica. Confira a íntegra da matéria publicada pelo jornal o Estado de S. Paulo no dia 4 de novembro:
A primeira garagem vertical de São Paulo, o conjunto de cinema e hotel que foi o mais luxuoso da capital, um prédio cujo projeto é considerado o mais bem-sucedido da Avenida Paulista. A obra do arquiteto Rino Levi, expoente do modernismo no Brasil, recebeu na semana passada novo reconhecimento: sete construções representativas do arquiteto foram tombadas pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico do Estado de São Paulo (Condephaat), após 15 anos de análise técnica.

Cinco das sete obras ficam na capital paulista. Com o tombamento das estruturas, qualquer modificação na fachada e nos elementos internos tem de passar pela aprovação do Condephaat.

Entre as obras tombadas está o conjunto do Cine Ipiranga e Hotel Excelsior, na Avenida Ipiranga, no centro, de 1941. "O Cine Ipiranga foi o maior e mais importante cinema da cidade, com projeto inovador, que previu um hotel de 22 andares em cima", contou o arquiteto Carlos Faggin, conselheiro do Condephaat. "Foi preciso fazer uma ponte entre as estruturas, o que torna seu projeto significativo para a arquitetura de cinema."
Também foi tombado o Edifício Garagem América, na Rua Riachuelo, região central. Construído entre 1952 e 1958, o prédio passa quase despercebido na rua estreita, mas trata-se do primeiro estacionamento vertical de São Paulo, e também o primeiro a apresentar estrutura metálica aparente do Brasil - são 15 andares com vigas de aço que jamais foram revestidas por concreto.

"Ele já pensava no problema de circulação que se intensificaria. Eram projetos tratados como um todo, não apenas o prédio, mas o lote e o entorno", disse a pesquisadora Maria Beatriz de Queiroz Aranha, da PUC-Campinas, autora de tese de doutorado sobre o arquiteto.

Outro edifício tombado é a sede do antigo Banco Sul Americano do Brasil (hoje Itaú), na Avenida Paulista, esquina com a Rua Frei Caneca. O prédio, de 1961, é apontado pelo Condephaat como o mais eficiente da via, pois foi colocado "de lado". "Sua colocação traz amplitude na vista e não faz parte da "muralha" de prédios que isola a avenida", explicou Maria Beatriz.
Levi também projetou no Jardim América, na zona sul, uma casa em que o próprio quintal serviria de jardim para o bairro todo. Trata-se da residência Castor Delgado Perez, na Avenida 9 de Julho, outra obra protegida.
Também foi tombada a antiga sede do Instituto de Filosofia, Ciência e Letras Sedes Sapientiae, na Consolação. Os dois edifícios, de 1933, têm jardim interno de autoria de Burle Marx e são hoje um dos câmpus da PUC-SP.

Fora da capital. Outras duas construções de Levi que não estão na cidade de São Paulo também foram protegidas. Em São José dos Campos, no interior, foi tombada a residência Olívio Gomes, na Fazenda Santana do Rio Abaixo, também com projeto paisagístico de Burle Marx. Em Santo André, no ABC paulista, foi tombado o Paço Municipal, última obra de Levi, concluída em 1965, após a morte do arquiteto.
QUEM FOI RINO LEVI
ARQUITETO, PIONEIRO DO MODERNISMO NO PAÍS
O arquiteto paulistano Rino Levi (1901-1965) tem como marca a integração dos projetos com o entorno. Além de edifícios e residências, se consagrou como projetista de hospitais - como o Albert Einstein, por exemplo.

Fonte:
Lista Preserva SP e http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101104/not_imp634341,0.php

24 de out de 2010

Falando em São Paulo...



E falando de São Paulo, um vídeo do premiado cineasta e morador de São Paulo Marcelo Galvão, que conversa com a arquiteta Letícia Nobell, com os designers Fernando e Humberto Campana e com os arquitetos da Triptyque, sobre a forma como eles se relacionam com a cidade, como ela inspira a criatividade e a indústria, o que ela significa para eles.


No site Wallpaper tem de outras metrópoles do mundo, só olhar lá, que foi de onde tirei esse vídeo!
http://www.wallpaper.com/video/travel/city-short-so-paulo/207544211001


Diretor: Marcelo Galvão
Fotografia: Eduardo Makino
Diretores Assistentes: Gabriel Borba, Mauro Lima
Editores: Paulo Rosa, Marcelo Galvão
Arte: Rodrigo Tavares
Som: Sidney Sapucaia

O "Avô" dos Arranha-Céus de São Paulo

Segundo uma matéria publicada no dia 15/10/2010 pelo jornal O Estado de S. Paulo, a partir de agora os visitantes poderão conhecer o Edifício Sampaio Moreira, que fica no centro da capital, e acompanhar de perto a criação de artistas que instalaram seus ateliês ali, em antigas salas comerciais do prédio. Esta é a primeira vez, em 86 anos, que a edificação é aberta a visitação. Até o dia 31 de dezembro, quando acaba o período de exposição, o prédio sediará também palestras sobre artes, tudo gratuito.
Veja a íntegra da matéria publicada pelo jornal:

Até dezembro, o Edifício Sampaio Moreira, no centro de São Paulo, conhecido como “avô dos arranha-céus” da capital, vai se transformar num grande ateliê de obras de arte aberto ao público.

Há um mês, seis artistas utilizam as antigas salas comerciais como estúdios de criação, num processo que pode ser acompanhado gratuitamente – e que representa oportunidade única no edifício, aberto a visitação pela primeira vez em 86 anos.

“Não é um lugar neutro. O ambiente, com a história que carrega, influencia no desenvolvimento das obras, que dialogam com o prédio. Só poderiam ser criadas aqui”, disse a crítica de arte Luisa Duarte, curadora do Red Bull House of Arts, evento responsável pela abertura do edifício.

Construído em 1924, o Sampaio Moreira sempre teve uso comercial: funcionou como prédio de escritórios até 2008, quando foi desapropriado pela Prefeitura para instalação da Secretaria Municipal de Cultura (prevista para ser aberta em 2012).

Aos visitantes, a dica é que aproveitem as duas facetas do passeio: além de acompanhar a criação artística nos ateliês, a própria arquitetura do prédio, em estilo eclético, deve ser observada.
E é logo no elevador que aparece a primeira intervenção: uma câmera instalada no fundo mostra o poço do edifício, em movimentação constante, à medida que a cabine sobe e desce.

“Observar a câmera enquanto desce dá a sensação de estar subindo, e vice-versa. Traz sensação de vertigem, que me faz lembrar o centro da cidade”, disse o artista plástico Henrique César, de 23 anos, “residente” do prédio. “Minhas obras pretendem mostrar o lado escondido das coisas, o que há por trás das portas fechadas, das salas sem luz”, afirmou.

Dois andares do edifício, o 10º e o 11º, foram ocupados pelos artistas. Os ateliês foram instalados em salas de 15 metros quadrados, com vista privilegiada do Vale do Anhangabaú, do antigo prédio da Light, do Teatro Municipal.
“Essa vista influencia e pressiona. Aquele teatro recebeu, para ficar num só exemplo, a Semana da Arte Moderna de 1922, o que acrescenta uma dose de pressão no processo criativo”, disse outro residente, o artista Adriano Costa, de 35 anos.

No 10º andar, há ainda uma “galeria transitória”, onde os artistas instalam obras que podem ser modificadas de um dia para o outro. Funciona também como laboratório para a exposição que será realizada na garagem do Sampaio Moreira no dia 25.

A cobertura do prédio, coroada por um pergolado de colunas gregas, é também passagem obrigatória, com vista para o Edifício Martinelli – que com seus 30 andares tirou do Sampaio Moreira o título de arranha-céu em 1934 –, o edifício do Banespa, a Catedral da Sé.

É no terraço, aliás, que a fotógrafa Flávia Junqueira fará sua intervenção: montará uma colorida casa de bonecas de 2 metros de altura. “Vai contrastar com o que há ao redor, os prédios cinzas, que não deixam de ser casas também.”

Serviço:
Red Bull House Of Arts, no Edifício Sampaio Moreira
Quando: de quarta-feira a sábado
Horário: das 10 horas às 22 horas
Endereço: Rua Líbero Badaró, 346, centro

Informações e fotos retiradas dos sites:
E também do grupo de discussão Preserva SP

10 de out de 2010

Museu da História de São Paulo


Museu da História de São Paulo terá modelo interativo

"Tudo será feito para ser bastante abrangente e de fácil compreensão", diz secretário de Cultura do Estado de São Paulo, Gustavo Fioratti

Orçado em R$ 52 milhões, espaço deve abrir ao público em 2011 com curadoria do jornalista Roberto Pompeu de Toledo, o Museu da História de São Paulo, que o governo do Estado pretende abrir até setembro de 2011 na região do parque Dom Pedro, especificamente nas Casas das Retortas, vai seguir o modelo interativo do Museu do Futebol e do Museu da Língua Portuguesa.

As diretrizes foram passadas ao jornalista e escritor Roberto Pompeu de Toledo, responsável pela concepção curatorial do projeto. O museu ocupará a Casa das Retortas, prédio histórico onde funcionou uma das primeiras produtoras de gás da cidade. As obras já estão em execução.

O orçamento de todo o conjunto vai ficar em R$ 52 milhões. Inclui a restauração do prédio, assinada por Paulo Bastos (o mesmo que fez a obra de restauro da Catedral da Sé), a construção de outros dois edifícios projetados por Pedro Mendes da Rocha, além da pesquisa e da instalação museográfica.

O valor supera o da construção do Museu da Língua Portuguesa, que consumiu R$ 37 milhões. E também do Museu do Futebol, que ficou em R$ 32 milhões.

O investimento, segundo Andrea Matarazzo, secretário de Cultura do Estado, foi pensado para suprir uma lacuna. "Ainda não temos um lugar que conte a história de São Paulo, sob todos os seus aspectos, econômico, demográfico e político." Didatismo é um dos pontos-chave, diz o secretário. "Tudo será feito para ser bastante abrangente e de fácil compreensão. Queremos atingir o maior número de pessoas possível", diz.

Roberto Pompeu de Toledo diz que essa é a primeira vez que se dedica a uma curadoria do gênero. Seu nome foi pensado principalmente por conta da publicação de "A Capital da Solidão" (ed. Objetiva, 2003, 560 págs.).

IMIGRANTES

O livro é rico em detalhes sobre a história de São Paulo. Atravessa períodos anteriores ao da fundação da cidade até 1900, quando os imigrantes passam a chegar em grande número.
O museu, no entanto, não se restringe a assuntos relativos à capital. O ponto de partida é um momento anterior ao da chegada dos portugueses. E o trajeto cronológico tem seu ponto final em meados dos anos 80, época em que o país assistiu à abertura do processo democrático com as Diretas Já.

Toledo prefere não citar especificidades, por considerar o projeto ainda suscetível a mudanças. Mas adianta que maquetes, ambientações cenográficas, recursos digitais e animações norteiam a concepção museológica.
O Museu da Civilização do Canadá e o Museu d'História de Catalunya (Espanha) também serviram de modelo.

São exemplos de projetos apoiados em recursos interativos, que, neste caso, também suprem a falta de material histórico. "Até o século 19, é pobre o material iconográfico relativo ao Estado de São Paulo", explica Toledo.


CASAS DAS RETORTAS


Foram inauguradas em 1872, próximas às margens do rio Tamanduateí e às estradas de ferro, as casas que abrigariam o Gasômetro, da companhia inglesa "The San Paulo Gas Company", responsável pela introdução da iluminação pública da cidade. A área do terreno pertencera à Chácara da Figueira, antiga propriedade da Marquesa de Santos.

Com o aumento da demanda e consumo, foi necessário aumentar o Gasômetro, sendo edificada uma nova usina em 1889 – a atual Casa das Retortas (a primeira construção foi demolida no início da década de 1910). Em 1967 as instalações da então Companhia Paulista de Serviços de Gás foram declaradas de utilidade pública pela Prefeitura e é criada a Companhia Municipal de Gás (Comgás). O edifício sofreu então adaptações e restauros, segundo projeto de Paulo Mendes da Rocha, sendo mantidas algumas características da década de 20.


Fontes:
http://flickriver.com/photos/lucibraga/4527384161/ e http://entresseio.blogspot.com/2009/02/cultura-patrimonio-cultural-e-historico.html  e http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada e http://arquitetoederolivato.blogspot.com/2010/08/patrimionio-despedacado-4-casa-da.html

26 de set de 2010

Cine Gemini - Mais um cinema fecha...

Há 35 anos instalado em uma galeria comercial na Avenida Paulista, o Cine Gemini vai encerrar suas atividades após a última sessão deste domingo. Funcionários disseram ontem que sequer foram avisados sobre o fim das exibições. Procurada, a direção do cinema não foi localizada para explicar os motivos do fechamento.

Em comunicado enviado na terça-feira, a assessoria de imprensa se limitou a informar a programação do fim de semana, cuja última exibição será a do filme Cabeça a Prêmio, às 21h40. No mesmo e-mail, acrescentou: "Aproveitamos para informar que o Cinema Gemini não irá funcionar a partir de 27/09/2010, devido ao encerramento de suas atividades". Em seguida, a nota agradece o "apoio recebido durante a parceria", sem mais informações sobre o encerramento.

Frequentadores lamentaram a notícia. "É uma pena. Será nossa última sessão aqui", disse a aposentada Elisa Maria Rosati, de 70 anos, que já se programou para assistir ao filme A Jovem Rainha Vitória neste fim de semana. Moradora da região, ela conta que nos últimos tempos sempre que passava pela galeria via o Gemini quase vazio. "Deve ser por isso", acredita.

Mais um fechado. O Cine Gemini, que nos últimos anos se dedicava a passar filmes que já haviam saído de cartaz em outras salas da cidade, não foi o único a fechar as portas neste ano.

Em maio, o Cine Lilian Lemmertz fez sua última sessão com apenas 11 espectadores. Após dez anos de funcionamento na Lapa, o cinema não sobreviveu ao fim do apoio financeiro da distribuidora Polifilmes. Na Rua da Consolação, o cinema Belas Artes não fechou as portas, mas também enfrenta dificuldades desde que perdeu o patrocínio do HSBC, em março. "O Gemini é um dos poucos cinemas de rua que restam na cidade. É uma pena quando qualquer espaço cultural fecha, cinema em particular", diz André Sturm, proprietário do Belas Artes. "É difícil manter um cinema fora de shopping. No Belas Artes, que é maior, já é difícil. Imagine então com duas salas."

Para o crítico de cinema Rubens Ewald Filho, as salas tinham "morte anunciada". "Depois da revolução das grandes redes, como Cinemark, não há espaço para projeção ruim. Com filmes em Blu-ray, para que sair de casa e ter imagem e som ruins, ainda que por preço baixo?" Em sua opinião, o fato de cinemas de shopping terem conquistado boa parte do público não justifica a decadência do Gemini. "Tinha de fechar, não sou a favor da nostalgia do que é ruim. É diferente do Belas Artes, que não parou no tempo como o Gemini."

Pontos-Chave

Inauguração
As salas de cinema Gemini 1 e Gemini 2 abriram as portas no dia 29 de maio de 1975. O Gemini 1 estreou com o filme Primeira Página e o Gemini 2 exibiu o longa Golpe Baixo

Batizado
O nome italiano ("gêmeas", em português) foi definido pela Metro-Goldwyn-Mayer, sua matriz original, e remete ao aspecto das duas salas, de decoração igual e mesmo número de lugares: 328

Decoração
As salas foram decoradas pelo sueco Lennart Clemmens com poltronas combinadas a carpetes e bancos suspensos na sala de espera. Continuam até hoje com essas características. O local foi ambientado na década de 1970 e fica impossível não associar ao corredor de Overlook Hotel, do filme O Iluminado.

Os carpetes são um charme à parte. São dois tipos: o primeiro nas cores vermelho-laranja e o segundo azul-verde proporcionam um jogo de imagens psicodélicas. O banheiro, de azulejos vermelhos, dá um tom meio sombrio e, ao mesmo tempo, vintage.

As luzes são distribuídas em forma de estrela e os acentos de espera são de couro vermelho. Tudo parece muito antigo e bem cuidado.

O ponto fraco do Cine Gemini são as poltronas. Antigas e desconfortáveis, não possuem aquele dispositivo de colocar copos de refrigerante.

Doces
Em 2005, quando comemorou 30 anos, o cinema passou a oferecer mimos aos frequentadores: cappuccino, café, chocolate quente, refrigerante e até pirulitos para as crianças.


Informação

Hoje a tarde, escutando o programa do Milton Neves na Rádio Bandeirantes, o mesmo informou que o dono do cinema morou nos EUA durante muitos anos, e que os compromissos de pagamentos com prefeitura e condomínio não foram pagos, ou seja, o cinema foi a leilão algumas vezes e no último foi comprado por 2,9 milhões de reais, o que acarretou no seu fechamento.

PS: espero que exista um processo de restauro, incluindo tecnologia sem perder as origens, assim como foi feito no Cine Marabá, no centro, por esse novo dono.


Fonte: Estadão, Cinebuteco as fotos são desses sites também.

11 de set de 2010

Bertioga e o Primeiro Forte do Brasil

No feriado de 7 de Setembro, eu fui viajar para Bertioga. Apesar da chuva, descansei bastante e aproveitei para passear pela cidade. Eu nunca estive lá, e fui conhecer o pier, a balsa e o Forte São João.

O Forte de São João é o orgulho da cidade de Bertioga e patrimônio histórico do Brasil, pois foi o primeiro monumento erguido no país, no ano de 1532, pelos colonizadores portugueses. Ele era utilizado para defender as vilas de Santos, São Vicente e São Paulo dos invasores. Hoje é um dos cartões postais mais visitados no Litoral Paulista.
Created with Admarket's flickrSLiDR.
Declarado patrimônio histórico pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o Forte São Jorge ainda mantém a sua característica colonial e é reconhecido como um dos fortes mais bem conservados do Brasil. Além da sua beleza arquitetônica, a fortaleza está integrada à natureza local, com o canal de Bertioga, a praia da Enseada e o Parque dos Tupiniquins.

Características

Inicialmente chamado de Forte São Thiago, foi construído em 1532, a mando do colonizador martim Afonso de Souza. Primeira fortaleza erguida no Brasil, construída em paliçada de madeira. Após um ataque indígena que resultou em sua destruição, foi reerguido em alvenaria no ano de 1547. As paredes eram de pedras, com argamassa de cal e ostras.

Em 1765 passou a ser chamado de Forte São João, devido à uma capela erguida em homenagem a este santo. Tombado em 1940 pelo IPHAN, recebeu obras de restauro. Após longo período fechado à visitação, em 2000, depois de outro processo de restauro, foi reaberto ao público.

Diversos artefactos estão expostos no forte, como uma armadura medieval, réplica da trazida por Martin Afonso de Souza, canhões de murada, espadas, arcabuzes, capacetes de soldados, entre outros artefatos utilizados pelos portugueses.

Serviço
Forte São João
Parque dos Tupiniquins e Praia da Enseada
Rua Luiz Pereira de Campos, 901 - Vila Itapanhaú - Bertioga
Tel: 13-3319-8000 / 13-3317-4128 (forte) - www.bertioga.sp.gov.br

29 de ago de 2010

Max Haus Berrini

E depois de mais de um mês sem blogar, aqui estou eu para falar de um edifício bem interessante que será construído alí na Berrini. O empreendimento se chama Max Haus

MaxHaus é arquitetura aberta: espaços livres para você inventar o seu próprio apartamento. Do tamanho e do jeito que quiser. Além das unidades de 70 m², imagine tudo o que MaxHaus oferece, só que em dobro. Ou triplo. E assim por diante. Isso é MaxHaus combinado. Só um projeto pensado para ser um espaço totalmente livre, seja de colunas e vigas, seja de velhos conceitos arquitetônicos, é capaz de oferecer várias opções de combinações: 0, 1, 2, 3 ou X dormitórios 70m², 140m², 210m², 280m²... Você escolhe.

Até hoje, morar bem significava gastar muito. Comprar apartamentos grandes, maiores do que você precisava. Ou então, ir para os lofts: pequenos no espaço, mas grandes no bolso.

Isso porque o mercado entendeu que para se vender apartamentos menores era preciso colocar todos os elementos dos apartamentos grandes. Então, eles foram divididos em 3 dormitórios, banheiros, cozinha, área de serviço, terraço e, quem sabe, banheiro de empregada. Em nome do status que estes elementos lhe conferem, o espaço já vem retalhado em uma porção de minúsculos cômodos, que, de cômodos, nada têm.

Já MaxHaus vem com ArquiteturAberta™: uma solução simples e inteligente para que o seu espaço possa estar à altura do seu tempo. Hoje e amanhã. Por isso deixou só o essencial para que você usufrua todo o seu espaço da sua maneira: um belíssimo home theater, uma cozinha "comme il fault", um piano de cauda na sala ou até uma generosa suíte com jardim e ofurô como nenhum apartamento de 70 metros quadrados jamais ousou em possuir.

FICHA TÉCNICA:

Incorporação e Realização: MaxCasa
Paisagismo: Raul Pereira
Decoração: Índio da Costa
Arquitetura: Agres Arquitetura fachada - Rocco Associados
Torres: 2
Pavimentos: 23
Total de Unidades: 154
Perfil das Unidades: 70 ou 90m². Mas se você preferir podem ser 140m², 180m², 10m², 560m² e assim por diante.
0,1,2,3,x Dormitórios

OBS: ao longo do post, coloquei imagens e informações que foram retiradas do blog do corretor. Em caso de dúvidas sobre o empreendimento ou informações de compra, basta clicar no título do post para acessar as informações do mesmo.

27 de jul de 2010

Obras de Arte Modernas

Eu adoro obras de arte modernas e contemporâneas, sem deixar de admirar as clássicas. Existem no Brasil muitos artistas que eu admiro e a Barbara Ribeiro é uma delas. Algumas de suas obras estão distribuidas ao longo desse post.




A Barbara Ribeiro é arquiteta e artista plástica, com diversas exposições individuais e coletivas, nacionais e internacionais. Além da arte, é professora e co-fundadora da Pós-Graduação Lato Sensu em Design de Interiores na PUC- RJ.

Eu acredito que para ser um bom arquiteto ou arquiteta, a pessoa tem que estar sempre envolvida com a arte, pois é a partir dela que se tem um ponto de partida, uma referência ou inspiração para desenvolver o trabalho. É o famoso repertório!
Ela expõe seus trabalhos da Vilaseca, uma loja de arte conceituada no Rio de Janeiro por oferecer serviços relacionados às obras, como molduras e por trazer artistas novos ao mercado.

A Vilaseca Assessoria de Arte é uma loja que oferece serviços destinados a conservação e valorização das obras de arte. A loja oferece mais de 200 perfis de molduras, do mais simples ao mais sofisticado, em madeira, acrílico, metal e aço. As molduras são exclusivas e projetadas para espaços customizados. Além disso, a Vilaseca é a responsável por toda a venda exclusiva das reproduções das obras de Portinari no Rio de Janeiro, além da curadoria de jovens artistas.

Serviço:
Vilaseca Assessoria de Arte
(21) 2429-8116
www.vilaseca.com.br


OBS: fotos e informações passadas pela Priscilla Poubel da Assessorando.

13 de jul de 2010

Móveis de Fibras

Eu tenho loucura pos móveis de fibra, acho que são um coringa na hora de fazer uma decoração, e vão de projetos extremamente clássicos até os mais modernos.

A maioria deles pode ser usado na área externa e na área interna o uso é livre. Mas normalmente as pessoas acham que esse tipo de mobiliário pode ser usado somente em casas de campo ou de veraneio. O uso é livre e pode ser em todos os tipos de decoração.

A Fibras Arte é uma das empresas pioneiras no Brasil desse tipo de mobiliário, e tem uma variedade incrível de tipos. Essas fotos que estão no blog são do lançamento deste ano. A peça que mais gostei foi a mesa de centro, achei muito legal!!!

Para a Fibras Arte ser o que é hoje, foi preciso muita fibra de dois irmãos que, ainda menores de idade, já aprendiam o artesanato aplicado em móveis para ajudar a família, em uma pequena fábrica de móveis artesanais.

Depois de alguns anos, começaram a trabalhar em casa, num espaço de 40m², com apenas dois ajudantes. O negócio prosperou e, em 1984, inauguraram seu sonho: uma fábrica em Duque de Caxias, a Fibras Arte.

Em 1999, os dois foram ainda mais longe - firmaram parcerias internacionais para comercializar produtos importados da Indonésia, China, Tailândia e Marrocos em seu showroom, criado há 14 anos.

Atualmente, a empresa possui representantes comerciais em diversos estados brasileiros, com acesso direto à fábrica. Além disso, também trabalham com móveis com design exclusivos, projetados pelo arquiteto Paulo César Pinto.

Visite o site da empresa, que também é lindo e tem sugestões de decoração com o mobiliário www.fibrasarte.com.br

OBS: informações da empresa e as fotos foram fornecidas por Priscila Poubel da Assessorando Comunicação.

10 de jul de 2010

Salve, Jorge!

Essa reportagem saiu no dia 26/06 no Suplemento Casa do Jornal O Estado de SP. Sobre Jorge Zalszupin, um dos designers mais aclamados no Brasil e no mundo.

Momento relax. O arquiteto Jorge Zalszupin junto de sua poltrona Dinamaquesa, de 1959.

É com dificuldade que o arquiteto e designer desce os degraus da escada que liga o piso superior ao estar da casa de 600 m², projetada por ele no Jardim América. "Velhice", brinca o polonês de origem judaica, nascido em 1922 e batizado Jerzy Zalszupin. No Brasil, onde chegou no finalzinho dos anos 40 e depois se naturalizou, virou Jorge.

Da Polônia, não guarda boas lembranças. É o antissemitismo percebido desde a infância, os pais separados, o clima de fuga do nazismo. De lá foi para a Romênia, depois Paris, depois o Rio, depois São Paulo. Quase nonagenário, o homem que em casa dizem ser quietíssimo parece não ter receio de expor cicatrizes - como se pode observar na entrevista publicada nas próximas páginas.

Figura notável na história do design nacional, Zalszupin fundou, dez anos depois de sua chegada ao Brasil, o L’Atelier. A empresa marcou época com seus móveis modernos, que hoje trazem o autor novamente à evidência por conta do interesse do mercado - nacional e internacional - pelo mobiliário brasileiro dos anos 40 aos 70. Não é só. Podem-se conhecer outras contribuições importantes do projetista no texto da professora de História do Design Ethel Leon, publicado à página 12.

Falar mais sobre Jorge Zalszupin, o quê? Que projetou várias arquiteturas, que está na ativa e que tem uma relação uterina coma casa e a vida. Em seus 88 anos recém-completados, uma macarronada com a mulher, as filhas e a neta deu conta da comemoração. Mais Jorge, impossível.

Conforto e história. A sala de estar do lar de Jorge Zalszupin sintetiza memórias de 88 anos. Ao fundo. a escada feita de jacarandá

COMEÇO DE VIDA: arquiteto quis lucrar e levou prejuízo

Era 1949. Antes de imigrar para o Brasil, Jorge Zalszupin tinha o equivalente a US$ 500 em Paris. Pensou em comprar algo para vender mais caro na nova terra. Então, torrou o dinheiro em perfumes franceses, mas tudo foi por água abaixo.

Recém-chegado ao País, tentava vender os frascos e nada. "Ninguém comprou e fiquei a zero", conta. Pior: encontrou um dito "amigo" de seu pai, que pegou a mercadoria e disse que ia vendê-la. "Estou esperando ele voltar há uns 70 anos."

ANÁLISE: ETHEL LEON

Arquiteto, designer e professor

A obra de Jorge Zalszupin ainda vai ganhar muitos volumes em bibliotecas. Sua produção tem facetas a serem estudadas e uma delas é assombrosa. Ele liderou um laboratório de design que atendia simultaneamente a uma empresa de computadores, uma de utensílios plásticos, uma de móveis e outra de ferragens!

Essa experiência rara em todo o mundo foi nos anos 70, quando o grupo Forsa comprou o L’Atelier, de Jorge, que fabricava móveis. Levou junto o passe dele, como diretor de desenvolvimento de produtos. São desse período ousados móveis e utensílios.

No L’Atelier, fundado em 1959, novas peças eram desenvolvidas o tempo todo, usando madeira maciça, como o jacarandá, em desenhos por vezes frugais e modernos, aqui e ali com lembrança do design nórdico; e às vezes exagerados, sem economia de matéria-prima, que atendia a uma clientela rica e desejosa de grandes volumes nos ambientes.

Jorge é reverenciado por muitos que trabalharam com ele, pois conseguia ensinar e incentivar seus colaboradores. Que o digam Oswaldo Mellone e Julio Katinsky, autores de projetos de móveis e utensílios gestados com Zalszupin. Muito me alegra ter apresentado Jorge a Etel Carmona, que reeditou vários móveis dele. Seria fantástico que uma empresa de plásticos produzisse o engenhoso balde de gelo ou os armários Putzkits, grandes projetos sem similar...

* Ethel Leon é editora da revista de design Agitprop (www.agitprop.com.br), professora de história do design e autora de ‘Memórias do Design Brasileiro’ (Ed. Senac)

OBS: informações retiradas do Suplemento Casa e da edição digital do Estadão.
REPORTAGEM Beto Abolafio / PRODUÇÃO Ângela Caçapava / FOTOS Zeca Wittner e Divulgação
Ano 6 - Nº 297 120A 26 de Julho de 2010
(clique no título do post para ir para a página original)

9 de jul de 2010

Pufe Brasilazy

Eu costumo colocar aqui coisas versáteis e que acho bem interessante. E hoje não é diferente. Adorei esse pufe! Aliás, tenho que dizer que tenho uma queda por pufes, acho que eles podem resolver muito bem uma decoração!

Brasilazy é um lounge pufe, que combina na  área interna e externa, resistente ao tempo e a água, está disponível em 13 cores. Luxuoso, moderno e super confortável é bem diferente dos pufes existentes no mercado brasileiro. Brasilazy é um produto 100% brasileiro e significa: relaxar, no-stress, lounge e conforto.

Entre nossos clientes alguns usam as brasilazys na área interna dos seus apartamentos e casas como: sala de tv/som, quarto de brincar das crianças, sala de estar e outros clientes que preferem usar na área externa: Varanda, jardim e área da piscina.

Hotéis, Pousadas e Barracas de praia usam as brasilazys para oferecer um conforto extra e criar um ambiente luxuoso, alguns até alugam as brasilazys para seus clientes. Organizadores de eventos usam as brasilazys para criar um ambiente moderno e relax.

A brasilazy é fabricada no Brasil, vendida via internet pelo site www.brasilazy.com.br (R$ 350 + transporte R$ 45) e enviada para todo o território brasileiro.
O uso da brasilazy é ilimitado.

OBS: gostaria de agradecer à empresa que forneceu todas as informações e fotos para este post.

4 de jul de 2010

Mobiliário Interativo Infantil

Durante todo esse primeiro semestre, as salas do terceiro semestre de Arquitetura e Urbanismo da Uninove, incluindo a minha, projetaram móveis infantis interativos. Esses móveis teriam que ter sua função básica aliada a uma segunda função, que iria gerar a interação com a criança.

Pois bem, meu grupo sorteou CADEIRAS e o conceito era DESLOCAR, ou seja, além da função básica do móvel que é sentar, a criança deveria aprender o conceito também, através da interatividade. Fizemos então, depois de muitos 'brainstormings', duas cadeiras, uma com o Sr. e outra com a Sra. Cabeça de Batata.

O processo construtivo das cadeiras vocês podem ver abaixo, desde a pintura até a montagem:
Created with Admarket's flickrSLiDR.
Depois de todos os móveis confeccionados, já no final do semestre, esses móveis ficaram em exposição na Uninove para que todos pudessem ver o que cada um desenvolveu através dos conceitos selecionados. Foram criadas mesas, cadeiras, estantes, bancos, baús e kits quadro.

Todos os móveis criados, você pode ver na sequência de fotos abaixo:
Created with Admarket's flickrSLiDR.

Depois dessa exposição, a Uninove, em parceria com a coordenadoria do curso, escolheram algumas instituições para fazer a doação desses móveis. Nosso par de cadeiras foi doado para o CACAU - Centro de Apoio às Crianças com Anomalias Urológicas - e no dia da entrega, eu e outros alunos, preparamos atividades para as crianças, entre elas um show de Pirofagia.

Abaixo, seguem as fotos da entrega dos móveis infantis...

Created with Admarket's flickrSLiDR.
Se alguém quiser o contato dos meninos para o show de pirofagia, me avise que eu passo.

Acho que maior que a realização de um bom trabalho, é ver a satisfação das crianças com os móveis, porque não havia nada no centro para elas e agora elas têm uma diversão e podem abstrair o problema da doença brincando!!! Isso sim foi a maior emoção para mim, espero fazer isso sempre, espero sempre ajudar com meus projetos!!!

5 de jun de 2010

Jardim Botânico de São Paulo e Suas Novas Exposições

Em comemoração ao Ano Internacional da Biodiversidade, o Jardim Botânico de São Paulo, apresenta de 1 de junho a 29 de agosto, as exposição "Biodiversidade – olhando a vida com outros olhos". e "Natureza brasileira - olhando a biodiversidade pelos olhos da arte".


O objetivo principal do Ano Internacional da Biodiversidade, criado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO, é dar maior visibilidade ao problema da destruição da natureza e ao mesmo tempo valorizar ações em defesa da vida em nosso planeta.

Exposição "Biodiversidade – olhando a vida com outros olhos"

Sob a curadoria do Núcleo de Educação do Instituto de Botânica, órgão pertencente a Secretaria Estadual do Meio Ambiente – SMA, a mostra expõe 30 painéis, com 60 fotos que apresentam alguns representantes do imenso universo da flora e fauna da Mata Atlântica, enfocando as que ocorrem no PEFI - Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, onde está o Jardim Botânico de São Paulo.

O PEFI e a biodiversidade

O Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, é uma Unidade de Conservação que abriga um dos mais expressivos remanescentes de Mata Atlântica, inserido em área urbana do país.

Este remanescente abriga uma flora de grande importância científica, ornamental e econômica, muitas espécies endêmicas e em risco de extinção, cerca de 70 espécies de liquens, 1.000 espécies de algas microscópicas de água doce, mais de 400 espécies de fungos, 130 espécies de pteridófitas, cerca de 1.200 espécies de fanerógamas, totalizando quase 3.000 espécies de seres vivos, além de uma fauna relativamente rica.

Exposição "Natureza brasileira - olhando a biodiversidade pelos olhos da arte"

A exposição fotográfica clicada com arte pela Família Zuppani , composta por 15 belas obras, como um dos objetivo, buscar recriar a situação visual mais próxima do real que estava no ambiente fotografado.

Mostrando detalhes, formas, cores, sensações de cada lugar, energia em equilíbrio repleto de vidas, pretendemos sensibilizar o ser humano para a grandiosidade da biodiversidade, retratada nas paisagem naturais de várias regiões brasileira.

A Família Zuppani

Amar a existência, a vida, as belezas, um ser humano e o nosso ambiente. Isso é o que inspira à criação artística em nossa família. Porém o equilíbrio de se fazer arte fotográfica em grupo é uma “dança de pêndulos” entre o individualismo e o coletivo. Isso porque, de um lado a fotografia é, em essência, uma arte individual onde, sozinho com seu equipamento, um fotógrafo revela seu olhar de mundo. Mas por outro lado somos aqui uma fusão de três personagens entrelaçados por um fio de ligação que é aqueles amores já comentados. Assim, juntos ou separados, nós formamos uma linguagem única de arte e comunicação fotográfica da família Zuppani.
Somos então o Du Zuppani, pai da história; o Palê Zuppani, filho mais velho; o Zé Zuppani, caçula, nascidos em Taquaritinga, São Paulo. Cada um com virtudes particulares, para somar ao trio, e com equipamentos fotográficos em mãos vai para a janela e o quintal de nossa casa, para a praça da cidade, a praia, a metrópole, a comunidade tradicional, a paisagem rural, a floresta e os diversos ecossistemas terrestres.

O processo de tratamento digital é indispensável em nosso tipo de equipamento, mas
buscamos sempre a beleza e as sensações que cada lugar pode nos presentear, pretendemos sensibilizar o ser humano para as riquezas naturais de nosso país..

Locais
"Biodiversidade – olhando a vida com outros olhos"
Alameda Fernando Costa

"Biodiversidade- um olhar além da arte fotográfica ou Natureza brasileira - olhando a biodiversidade pelos olhos da arte"
Museu Botânico Dr.João Barbosa Rodrigues

Informações:
Jardim Botânico de São Paulo
Av.Miguel Estéfano 3031 – São Paulo
de terça a domingo, das 9:00 as 17:00 hs
www.ibot.sp.gov.br
Para entrar, paga-se um valor simbólico e estudante paga meia entrada.

OBS: informações retiradas do release da assessora de imprensa do Jardim Botânico de São Paulo, Marilia Vazquez Aun.
OBS: fotos retiradas do site http://g1.globo.com/Noticias/Concursos_Empregos/foto/0,,16812800-EX,00.jpg e http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/sao-paulo/imagens/jardim-botanico-de-sao-paulo-1.jpg, respectivamente.

3 de jun de 2010

Lançamento no Alto da Lapa - AHOUSE

Olá Pessoal...

Estou mais atenta ao trabalhos das construtoras hoje em dia e já divulguei aqui alguns que achei interessantes e esse é mais um desses casos.



Coloquei logo abaixo algumas informações sobre o edifício e os apartamentos:

Apartamento

Metragem: 76 m²
Dormitórios: 3 Dorm
Suítes: 1 Suíte(s)
Vagas na Garagem: 2 Vaga(s)

Áreas Comuns

- Churrasqueira Com Forno De Pizza
- Espaço Gourmet
- Espaço Office
- Fitness
- Piscina Com Raia 17,5m
- Sala De Massagem
- Salão De Festas
- Sauna C/ Descanso
- Solarium
- Vagas Para Visitantes

Descritivo:

Total de unidades: 68 tipo + 4 Coberturas
Qtde vagas: 01 ou 02 + depósito
Pavimentos: 18 andares

Produto tipo: 03 Dorms (1 suíte)
Opção 1 : passa prato
Opção 2 : sala ampliada
Terraço c/ churrasqueira

Projeto Arquitetura: Gabriel Kalili
Projeto Paisagismo: Martha Gavião

Quem estiver interessado em conhecer o empreendimento, entre em contato com o corretor, seguem os dados dele:
- Igor Mendonça
- igor@ahouse.com.br
- www.ahouse.com.br
(se alguém quiser o telefone, me avise)

Para ser direcionado para o site da construtora, clique no título do post. :)